Na minha, ela nunca sai da minha mesa. Sou Lúcio Ricardo e administro mídia paga e growth pessoalmente, sem repassar sua conta a um analista júnior.
Sou um One Person Business. Uma pessoa só decidindo e executando, sem "vou verificar com o time" entre você e a sua verba. Lúcio Ricardo · lllucioricardo
Um fato, não um argumento: essa verba passou pelas minhas mãos porque não existe outra mão pra passar. É isso que um One Person Business é, e é o que te dá o direito de cobrar resultado de uma pessoa só, não de um organograma.
A maioria das agências separa isso em cargos diferentes: analista, estrategista, gestor de conta. Aqui é uma pessoa só, o que elimina o telefone sem fio entre o dado e a decisão.
Meta Ads e Google Ads geridos de ponta a ponta: estrutura de campanha, criativo, orçamento e otimização diária.
Toda campanha nasce testando uma hipótese específica. O resultado do teste vira decisão na mesma semana, não fica arquivado num relatório.
Mudança de leilão, de política de plataforma ou de comportamento de mercado chega até você traduzida em ação, não em aviso genérico.
Numa agência, o dado passa por um analista, sobe pro gestor e chega até você um mês depois, se chegar. Numa operação de uma pessoa só, quem vê o número é quem decide. Não existe fila.
Isso é o que muda quando quem opera é quem também responde pelo número no fim do mês.
Antes de subir qualquer campanha, entendo produto, margem, público e histórico, inclusive o que já foi tentado e não funcionou.
Cada campanha nasce testando algo específico (criativo, público, oferta). Não é "colocar verba e ver no que dá".
A otimização acontece durante o mês, não só no fechamento. Problema identificado é problema resolvido em dias, não em semanas.
Atualização direta sobre performance e sobre o que está mudando no mercado, sem precisar cobrar satisfação.
Nada começa no escuro. Cada fase tem entregável e data antes de eu tocar em um real de verba.
Acesso às contas de anúncio, pixel/API de conversão, catálogo e histórico. Auditoria do que já rodou: o que funcionou e o que queimou verba.
Definição de públicos, oferta, estrutura de campanha e hipóteses prioritárias. Você aprova o plano antes de qualquer campanha subir.
Subida das campanhas, monitoramento diário e primeiros ciclos de teste de criativo e público, com leitura de resultado a cada ciclo e não só no fim do mês.
Realocação de verba para o que provou resultado. Novas hipóteses entram no lugar do que foi descartado, e o ciclo nunca para.